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  • Administradora de Estacionamento e Shopping são Condenados a Indenizar Clientes por Furto de Cartão de Crédito

    Administradora de Estacionamento e Shopping são Condenados a Indenizar Clientes por Furto de Cartão de Crédito

    Uma administradora de estacionamento e um shopping foram condenados a indenizar solidariamente clientes que tiveram seus cartões furtados. Os cartões estavam dentro do carro das vítimas e foram usados indevidamente, as causando diversos prejuízos materiais.

    O entendimento do magistrado foi de que ao oferecerem estacionamento, as empresas se tornam responsáveis pelos danos causados em áreas de sua dependência. Portanto, por haver falha no dever de guarda e vigilância, a condenação foi mantida pela 2ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Tribunal de Justiça do Estado do Acre.

    Fonte: TJAC

  • Fornecedor é Condenado Por Presença de Corpo Estranho em Alimento

    Fornecedor é Condenado Por Presença de Corpo Estranho em Alimento

    Recentemente, uma consumidora ajuizou ação de indenização contra empresa do ramo alimentício, por ter encontrado corpo estranho em produto comprado em agosto de 2021 e que tinha prazo de validade até janeiro de 2023.

    A empresa foi condenada ao pagamento de danos morais, tendo recorrido da decisão. A 3ª Turma Recursal dos Juizados Especiais do Distrito Federal manteve a condenação a título de danos morais, afirmando que o fato expôs a risco a saúde da autora/consumidora.

    Fonte: TJDFT

  • O Dever de Indenizar Por Defeito Oculto em Veículo

    O Dever de Indenizar Por Defeito Oculto em Veículo

    Não são raros os casos em que o sonho da compra de um veículo acaba sendo um verdadeiro pesadelo, por ocasião de vícios que surgem após a aquisição. Seja em relação a veículo novo ou seminovo, o Código de Defesa do Consumidor garante ao consumidor o direito de reclamar pelos vícios do produto e serviço.

    Em recente julgamento de ação de indenização por danos morais e materiais em virtude da compra de veículo usado que apresentou vícios, o TJPR decidiu que não é crível assentir com a comercialização de um produto que não esteja em perfeitas condições de uso. Por isso, confirmou sentença que determinou a solução dos vícios apontados no veículo e ressarcimento material e moral.

    Portanto, se você efetuou a compra de veículo e o mesmo apresentou problemas, fique atento aos seus direitos e, sobretudo, aos prazos para requerer reparação de danos.

  • Plano de Saúde Deverá Manter Prestação de Home Care

    Plano de Saúde Deverá Manter Prestação de Home Care

    Por consequência de uma queda, beneficiário de plano de saúde veio a ficar tetraplégico. Após um período de internação hospitalar, lhe foi recomendado pelo médico que desse continuidade no tratamento em casa. Por essa razão, o beneficiário fez acordo com o plano de saúde quanto aos medicamentos, equipamentos e demais questões necessárias para a continuidade do tratamento em seu domicílio.

    Depois de meses, o plano de saúde simplesmente deixou de fornecer medicamentos e fralda geriátrica. Por esse motivo, o paciente entrou com uma ação, sendo que, em decisão acertada, o juiz Lavínio Donizetti Paschoalão, da 1ª Vara Cível de São José do Rio Preto, condenou o plano de saúde a manter serviços de home care ao paciente tetraplégico, de acordo com a prescrição médica e enquanto durar o atendimento domiciliar.

    O plano de saúde apresentou recurso contra a decisão, porém a 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a decisão do juiz Lavínio D. Paschoalão.

    Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo

  • Negativação Indevida e Indenização por Dano Moral

    Negativação Indevida e Indenização por Dano Moral

    Quando o consumidor tem o nome negativado indevidamente, seja por dívida já paga ou em virtude de serviço não contratado, pode requerer a indenização por dano moral. A legislação
    nacional estabelece que aquele que causar dano a outrem, tem a obrigação de repará-lo.

    As Turmas Recursais do Paraná já decidiram sobre o tema, estabelecendo que é presumida a existência de dano moral, nos casos de inscrição e/ou manutenção em órgão de restrição ao crédito, quando indevida (Enunciado N° 11).

    Recentemente, uma cliente do escritório teve o nome negativado em decorrência de seguro (não contratado) em cartão de crédito. Ajuizamos uma Ação Declaratória de Inexistência de Débito c/c Indenização por Dano Moral. A ação foi julgada procedente, ou seja, o resultado foi positivo e a cliente foi indenizada pela negativação indevida.

    Se o seu nome foi negativado indevidamente, saiba que você tem direito à indenização.

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